Brasileira vai ao enterro de Michael Jackson e aluga casa onde ele morreu

Por: VJ

Foto: Reprodução

05/09/2009 | 12:17

Segundo o colunista Bruno Astuto, do Jornal O Dia, a ex-modelo catarinense Ira Barbieri foi a única brasileira que participou do enterro de Michael Jackson, fechado para parentes e amigos próximos do cantor, como Macaulay Culkin e Elizabeth Taylor.

 

O colunista acabou 'furando' o Fantástico, da Globo, que está fazendo chamadas com a matéria sobre a brasileira, para exibição neste domingo (6).

A modelo é casada com o empresário francês Christian Audigier, que era amigo próximo do astro da música pop. Ele é dono das marcas Ed Hardy, Smet e Christian Audigier. Além disso, coube a ele toda a promoção de merchandising da turnê que Michael faria em Londres, caso não tivesse morrido às vésperas da primeira apresentação.

Ao colunista, Ira contou ainda que o marido acaba de alugar a casa onde Michael morreu e pertence a Hubert, um sócio do empresário:

“A ideia é abrir essa última casa, para que os fãs possam se despedir de Michael. Mas, tudo tem que ser conversado com La Toya, que é a irmã dele mais próxima da mãe, Katherine”.

Michael Jackson esteve com o casal Ira e Christian, nos 50 anos do empresário.

“Michael e meu marido eram muito próximos”, disse Ira ao jornal e acrescentou: “Mas, o pouco contato que eu tive com ele me permitiu ver que era uma pessoa muito simpática, muito educada, sensível e frágil. Fomos à casa dele e ele nos deu a alegria de vir ao aniversário do Christian”.

O marido estava na França a trabalho no dia 3 último, quando ocorreu o enterro de Michael. Assim, Ira o representou na cerimônia. À publicação, ela revelou detalhes da cerimônia, ocorrida no Cemitério Forest Lawn, em Los Angeles:

“Não foi tão emocionante, pois a família chegou com uma hora e meia de atraso. Estávamos um pouco desconfortáveis esperando. Acho que, como passou muito tempo desde a morte dele, as pessoas estavam mais conformadas, inclusive os filhos. Elizabeth Taylor chorava muito e era amparada por um amigo. O reverendo (Al Sharpton) que oficiou a cerimônia, abriu o microfone para quem quisesse dizer algumas palavras e alguns amigos falaram. Mas, eu fiquei muito emocionada, quando chegou o caixão”, contou ela.

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