Tom Hanks defendeu seu novo filme, Anjos e Demônios, das acusações de ser anticatólico.
Baseado no best seller de Dan Brown de mesmo título, o longa não contou com a simpatia do Vaticano, que dificultou o máximo possível sua realização, impedindo a equipe de filmar em várias igrejas que constam do livro.
Falando ao New York Daily News , Hanks disse:
“As pessoas vão ver que não há nada de sacrílego, no filme. Não há discussão teológica nele. O único ponto abordado nesse sentido é a fé versus a religião. E não há vencedor neste argumento. O filme é um thriller. O tema central é achar o assassino”.
Em Anjos e Demônios, Tom Hanks interpreta novamente o personagem Robert Langdon, de O Código Da Vinci, que é chamado para interpretar, com seus conhecimentos de simbologia, as pistas deixadas pela sociedade secreta dos Illuminati, que pretende destruir o Vaticano.
O filme estreia no dia 15 deste mês.