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Por: Flavia Almeida e Aline Cebalos Foto: Ag.News 23/03/2009 | 12:24
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Atualizada às 14h27 e às 16h26 Por volta das 14h23, terminou a parte de acusação da audiência entre Dado Dolabella e Luana Piovani, realizada, na tarde desta segunda-feira (23), no 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, na Praça Tiradentes, no centro do Rio. A atriz move uma ação contra o ex-noivo, por agressão. Exceto na hora em que se encontraram no corredor, Dado e Luana não ficaram frente à frente. Os advogados de Dado e de Luana, sim, ficaram diante um do outro. Segundo Gilberto di Pierro, irmão de Dado, Luana nem os cumprimentou quando passou por eles no corredor, e entrou escoltada por policiais. "Ela passou por nós como se fosse a Rainha da Inglaterra", contou. Foi por volta das 12h20 que Dado Dolabella chegou ao cartório de mãos dadas com a mãe, Pepita Rodrigues, e disse não ser difícil ter que ficar frente a frente com a ex-namorada. Já Luana, chegou momentos depois, passando direto pela imprensa, sem conversar com ninguém. Segundo o advogado de Dado, Michel Assef Filho, ainda nesta segunda-feira (23) tudo pode ser decidido. Os irmãos de Dado, Gilberto di Pierro e Fernando Dolabella estão lá. Segundo Gilberto, que antes de começar a audiência foi a uma farmácia comprar remédios para a mãe, Dado está um pouco nervoso. Às 14h45, Giba, o irmão de Dado, saiu do cartório e conversou com a imprensa sobre o que aconteceu lá dentro. Segundo ele, os envolvidos no caso não ficaram juntos na presença da juíza, por um pedido de Luana Piovani. A juíza Anne Cristine Scheele Santos é a mesma que pediu a prisão do ator. Já às 14h50, os atores Marco Antonio Gimenez, Daniel Erthal e Gabriel Canelas chegaram ao cartório, mas apenas para prestar solidariedade ao amigo, Dado. Às 16h23, Esmê, a camareira que supostamente também foi agredida por Dado Dolabella no dia da briga com Luana Piovani, deixou o cartório, onde também prestou depoimento. Sem entrar em detalhes, ela apenas disse à imprensa: Depoimentos de amigos e irmão de Dado, presentes no cartório: Entenda o caso Dado e Luana, que pretendiam casar, romperam o namoro no fim de 2008. Na ocasião, Luana acusou o ator de tê-la agredido e à sua camareira, durante festa em uma boate carioca. Desde então, o processo está em andamento. Luana o denunciou na delegacia da mulher, fez exame de corpo de delito e, comprovada à agressão física, o ator foi enquadrado na lei Maria da Penha. Posteriormente, a justiça determinou que ele ficasse a 250 metros de distância de Luana, nos lugares. Na terça-feira (17), Dado foi preso quando estava em uma clínica, no Leblon, na zona sul do Rio, para tratar de um machucado no joelho. A prisão aconteceu por conta de o ator ter frequentado os mesmos lugares que Luana, como o camarote da Brahma, durante o Carnaval carioca. Porém, esses lugares não constam na limitação de acesso de Dado passado à justiça por sua ex. Assim, o ator foi solto, 24 horas depois.
“Difícil é ficar de frente com essa situação. Com a Luana não tenho problema nenhum. Acredito na justiça, principalmente na divina”, declarou Dado a O Fuxico.
“É difícil, mas hoje pode ser o julgamento”, disse ele.
“Dado está apreensivo, esperando para ver o que vai acontecer”, contou ele, revelando que o irmão e Luana ainda não se encontraram.
“Não teve encontro, cada um está num canto”.
“Vamos ver se o bom senso prevalece. Estamos concentrados em fazer o que tem que ser feito, e falar o que tem que ser falado. Queremos ir para casa seguir a vida”.
"Eu falei a verdade. Vocês vão ver."
“Viemos dar apoio. Ele está tranqüilo, foi tudo bem. Esperamos que seja feita justiça, não deveria ter chegado a esse ponto. Viemos mostrar nossa amizade e ficar do lado dele.”
Marco Antonio Gimenez
“A situação foi um pouco longe demais. Que casal apaixonado nunca brigou. Brigas acontecem. Ele está depondo agora, temos certeza que será absolvido. Estamos do lado dele e sabemos que vai dar certo.”
Fernando Dolabella, irmão de Dado
“Os amigos vieram e isso mostra a pessoa boa que o Dado é. Vários amigos dele estão ligando. Hoje ia ter um movimento de apoio, mas o advogado achou melhor não dar maior grandeza ao caso. Ele não precisava passar por isso, é tudo surreal.”
“Ele errou. Mas a situação não deveria ter chegado a esse ponto. A gente vem de um berço artístico. Se meu pai tivesse vivo, como ele estaria? Minha mãe está arrasada. Ela me abraçou e disse: ‘Você não sabe como é para uma mãe ver um filho preso’ ”.
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