O caso da italiana Eluana Englaro, que ficou em coma por 17 anos e morreu na segunda-feira (9), após parar de receber alimentação, levantou mais uma vez a discussão sobre a polêmica prática da eutanásia.
Luiza Mell abordou o asssunto em seu blog. A apresentadora admite que este é um tema realmente polêmico, mas revela que, se ficasse em coma por tanto tempo, gostaria de ter esse sofrimento abreviado.
“Porém, confesso: se fosse eu que estivesse em coma há 17 anos, preferia que me deixassem partir”, escreveu ela em seu blog.
Mas, Luisa faz questão de destacar o quão difícil deve ser tomar tal decisão.
“Quem tem o direito de decidir se uma pessoa deve parar de tentar viver? Quem tem o direito de prolongar a vida de alguém, com muito sofrimento, indo muito além do natural? Como saber quando ainda vale tentar e quando é divino também saber deixar ir?”, filosofa a apresentadora.
A loira relembra que a eutanásia é um crime no Brasil: “Trata-se de homicídio doloso”, finaliza.