Para lançar o livro Vencendo o Passado, a escritora e médium Zíbia Gasparetto esteve na Livraria da Travessa, no Barra Shopping, zona oeste do Rio, na noite de quarta-feira (17), e deixou muita gente impressionada. Não apenas por seus relatos de experiências espirituais, mas também por sua simpatia e lucidez para tratar de assuntos tão delicados, que remetem à relação entre a vida e a morte.
Marcelo Antony, que já leu diversos livros psicografados por Chico Xavier, o mais famoso médium brasileiro, fez questão de assistir à palestra que Zíbia ministrou, antes de iniciar uma sessão de autógrafos.
“Acredito na essência humana, que é baseada na existência de um espírito eterno. Não sou doutrinado no espiritismo, apesar de ter lido livros do Chico Xavier, que é a base”, disse Antony a OFuxico.
Freqüentador do Lar de Frei Luis há cinco anos, Marcelo Novaes também assistiu à palestra.
“Tenho aprendido muito com o espiritismo. A minha família é católica e eu comecei a visitar a religião, de cinco anos pra cá. Estava passando por uma fase difícil e fui levado ao Frei Luis por uma amiga, que é médium. Gostei e passei a freqüentar. O espiritismo é uma das religiões mais próximas do catolicismo, acho bem interessante. Esta semana falei bastante sobre isso com o Roberto Bonfim, que perdeu a mãe, de 100 anos. Acho que a morte é ruim para quem fica. Dentro do espiritismo, ela é apenas uma passagem”, destacou Novaes.
Giovanna Antonelli ainda não conhecia Zíbia Gasparetto, e gostou muito das palavras proferidas por ela.
“Já li algumas,coisas sobre o assunto, mas não sou espírita. Meu negócio é a fé e, para isso, não precisa ter religião”, sentenciou Giovanna.
Ditado pelo espírito Lucius, Vencendo o Passado leva à reflexão sobre nossos relacionamentos e nos direciona na busca para vencer o passado e encontrar a libertação. O livro foi lançado em novembro, e já figura na lista dos mais vendidos.
“Para ultrapassar as barreiras que dificultam nosso progresso, precisamos observar e compreender melhor as pessoas com as quais convivemos, olhando-as como seres humanos e espíritos independentes, despindo-as das funções que ocupam em nossas relações, como pai, mãe, marido, esposa, filho, amigos etc”, explicou a autora.