Beiçola se recupera e diz que não vai morrer de véspera

Por: Flávia Almeida/Claudia Dias

Foto: Ag.APhotos / Fernando Andrade

09/07/2008 | 12:40

No dia 30 de junho, Marcos Oliveira, o Beiçola do seriado A Grande Família, da Globo, passou mal enquanto gravava cenas de seu personagem, no Projac (Rio). Foi internado – contra sua vontade –, e ficou uma semana de molho. Refeito do susto, ele já está de volta à ativa, passeando pela noite carioca. E diz que sua prioridade é o trabalho.

“Tive uma infecção urinária braba. Quero muito trabalhar, não sou de ficar parado. Tive um choque térmico, ficava tremendo feito vara verde. Fiquei no CTI, melhorei e fui para o quarto. Tive alta no sábado (5)”, conta o ator a OFuxico.

Se dependesse de Marcos, a internação não aconteceria. Preocupado em não faltar ao trabalho, ele ficou o tempo todo inquieto, pensando nos compromissos.

“Ih, a gente tira de letra! Tava passando mal, fui para o hospital domingo (29). Daí, pediram pra me internar e eu não quis, porque tinha gravação de A Grande Família e ia estrear uma peça, esta semana. Fiz os exames que tinha que fazer, e fui relaxar. A febre subiu e tomou conta, eu tremia. Mas, pensava no meu trabalho. É dele que vivo. Não vou morrer de véspera. Eu podia morrer na segunda-feira seguinte, mas tinha que ter gravado o programa e estreado a peça”, exagera o ator.

Bastante otimista e alto astral, Marcos Oliveira diz não se importar com a recuperação.

“Voltei a gravar, já estou ensaiando e vou estrear dia 18, no Museu da Eva Klabin, no Rio de Janeiro. É um espetáculo interativo, e somente 35 pessoas estarão na platéia a cada apresentação”.

“Vou tomar antibiótico, acaba no domingo (13) e volto pra cachaça! O resto não importa. Já disse: não vou morrer de véspera!”, afirma.

O ator reclama do atendimento recebido no Hospital Barra D’Or, onde ficou internado. Apesar de elogiar a equipe médica, Marcos não gostou do tratamento dos enfermeiros.

“Passei uma semana no Carandiru. O hospital é ótimo, mas o tratamento desumano... mal entrei, o cara arrancou meu celular, me senti um prisioneiro. É meio ditador, não é como um Albert Einstein, um Sírio-Libanês”, detona.



Shopping