Protagonista de Chaves rebate acusações de ex-colega

Por: Tatiana Amin

05/07/2008 | 17:11

Roberto Gómez Bolaños, o intérprete de Chaves do seriado mexicano, desmentiu ter atuado para narcotraficantes colombianos, como disse recentemente Carlos Villagrán, que viveu o Kiko na mesma atração.

Em um comunicado oficial, o ator negou ligação com  traficantes ou ter intermediado negócios do crime organizado, de maneira direta e indireta. Também disse desconhecer os nomes das pessoas com quem manteve contato, segundo uma matéria de jornal.

O ator e produtor declarou ainda, segundo o site Esmas, que talvez tenha se encontrado com elas, em algum evento. Mas, ignora que sejam ligadas ao narcotráfico.

“Não posso assegurar, com exatidão, com quem ou para quem trabalho. Não peço sua identificação, no momento que acerto algum contrato. Esse não é o meu trabalho. Eu só cumpro com meus deveres, e não me dedico a investigar para quem atuo”, justificou.

No documento, Bolaños insistiu que “de modo algum” se envolveu em negócios ilícitos.

Entenda:

No dia 2 de julho, Carlos Villagrán acusou o ex-colega e protagonista do seriado Chaves de ter trabalhado para membros do narcotráfico. Na ocasião, ele revelou:

"Fiz aquela turnê com medo, porque chegaram no meu quarto de hotel duas pessoas, que me ofereceram um cheque em branco para que atuasse na festa da ‘filha do patrão’, o que recusei. Dizia que tinha que cumprir uma cláusula do contrato”.

Por esse motivo, Gómez Bolaños desmentiu a afirmativa, através de comunicado. Mas, preferiu não comentar sobre as declarações de Carlos Villagrán sobre sua mulher.

Durante a entrevista, o ator mexicano ainda fez duras críticas a Florinda Meza (Dona Florinda), mulher de Roberto Gómez Bolaños. 

"É triste ver que Florinda manda nele (...). Nosso namoro terminou na época, porque ele me pediu para acabar. Isso, porque a Televisa ia demiti-la, devido ao nosso romance. Depois, descobri que era ele quem tinha interesse nela (...). Acho que Florinda é uma mulher amarga, porque nunca pôde ter filhos".

Apesar de seus comentários, Carlos Villagrán disse que não guarda nenhum rancor sobre as pessoas com quem trabalhou, em Chaves e Chapolim.



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