Por: Bruno Athayde

06/04/2008 | 11:44

Na noite de sábado (5), o mundo perdeu um de seus maiores astros, Charlton Heston, aos 84 anos. Segundo a família do ator americano, ele morreu em sua residência, em Beverly Hills.

Desde 2002, o astro sofria de uma doença degenerativa com sintomas similares aos do mal de Alzheimer.

Conhecido por seus papéis épicos e por defender o porte de armas, Heston recebeu o Oscar de Melhor Ator por Ben- Hur, em 1959.

Além do épico, o ator participou também dos filmes El Cid, Terremoto, 55 Dias em Peking, Agonia e Êxtase, O Senhor da Guerra, Khartoum, O Senhor das Ilhas, No Mundo de 2020, Os Três Mosqueteiros, Aeroporto 75 e Os Dez Mandamentos, além do clássico Planeta dos Macacos, em que protagonizou uma das cenas mais antológicas do cinema, quando encontra a Estátua da Liberdade destruída.

Em 2001, em uma homenagem, fez uma pequena participação na refilmagem de Planeta dos Macacos, dirigida por Tim Burton.

Famoso por seu conservadorismo, Heston era republicano fanático e foi um firme defensor do direito dos americanos de usar armas, presidindo a National Rifle Association.

Em comunicado à imprensa, a família destaca:

“Aos seus amados amigos, colegas e fãs, nós agradecemos suas preces e apoio”.

“Ninguém poderia pedir uma vida mais plena do que a dele. Nenhum homem poderia ter dado mais a sua família, profissão e a seu país. Nas suas próprias palavras: ‘Eu vivi uma vida tão maravilhosa! Eu vivi o bastante para duas pessoas’.”




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