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Primeira mulher a se tornar diretora de núcleo da Globo – e por enquanto, a única –, Denise Saraceni já trabalhou em 14 novelas (Ciranda de Pedra é a 15ª), nove minisséries e 17 episódios de séries e casos especiais. Sua estréia na emissora foi como assistente de produção do seriado Malu Mulher, de 1979. O último trabalho foi como diretora de núcleo da minissérie Queridos Amigos, exibida no início deste ano.
Entre as premiações conquistadas pela diretora, estão o Grande Prêmio da Crítica de TV, dado pela APCA à minissérie A Muralha; o APCA de Melhor Diretora, pela minissérie Engraçadinha; e o Prêmio Coral Negro de Melhor Vídeo, no Festival de Cinema e Vídeo de Havana (Cuba), pela minissérie O Tempo e o Vento, de 1985.
Denise acaba de sair do universo de Queridos Amigos, com estética e linguagem realista, e mergulha num universo mais lúdico e romântico, na faixa das 18h. Ela garante que não há dificuldade.
“É uma delícia! É bom o conto de fadas, e o horário das 18h nos permite isso: contar uma história densa e forte, para um público jovem e outro mais maduro, que vai se reconhecer ali e reviver suas próprias histórias ou o seu tempo. Queridos Amigos também tinha isso, um reconhecimento. Tomara que Ciranda de Pedra, na sua medida, encante o publico da mesma maneira”, ressalta.

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