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Dúvidas frequentes sobre aparelhos ortodônticos

Os primeiros aparelhos ortodônticos surgiram há cerca de 100 anos e, apesar de serem móveis, eram extremamente desconfortáveis, feitos com vulcanite (espécie de borracha) e os fios com cordas de piano. Ao longo do tempo e com ajuda da evolução tecnológica, novas técnicas foram surgindo. Atualmente, temos aparelhos feitos de resina acrílica com fios de aço inoxidável ou ligas metálicas, alguns quase imperceptíveis. 

Há pacientes que não gostam nem de pensar na ideia de ter que usar um aparelho. Entretanto, em alguns casos o uso é fundamental, não apenas para resolver a questão estética, mas para solucionar problemas causados por desalinhamento, dentes encavalados, problemas na gengiva e mordida errada. 

Para as pessoas que possuem uma desarmonia entre mandíbula e maxilar, causada pelo crescimento ósseo, o uso dos aparelhos removíveis é ideal. Já os fixos, são mais indicados quando existe uma desarmonia dentária, sendo recomendado que sejam colocados após o nascimento dos dentes permanentes.

Como os aparelhos fixos não possuem uma estética muito agradável, pois possuem braquetes e aros metálicos, foram criados tipos de aparelhos quase imperceptíveis, chamados de aparelhos estéticos. No modelo transparente, por exemplo, os braquetes são feitos com material especial de cerâmica, safira e plástico, permitindo assim uma aproximação com a cor natural do dente. Já o aparelho invisível é parecido com o molde utilizado no clareamento dental e é a tecnologia mais avançada no segmento. 

Com o desenvolvimento dessas técnicas, os tratamentos passaram a durar em média dois anos. Porém, vale ressaltar que o tempo de uso varia de caso a caso. Em relação à idade, todos podem usar aparelhos ortodônticos. Mesmo assim, é importante que os pais levem as crianças ao dentista, principalmente na fase de reposição dos dentes, para que haja um acompanhamento e seja possível verificar a existência ou não da necessidade de colocar o aparelho.